Belas infieis
Devassando DASSINE
Dassine foi deflorada aos dezessete aninhos. Agora, perto de completar dezoito, seu cusinho está totalmente acostumado com a grossura do primeiro penis que, poucos minutos antes fizera sua entrada triunfal no virgem buraquinho.
Isto tudo fora obra de um quarentão que ela acabara de conhecer quando a mãe de seu noivo os convidou para um jantar no iate do... tal quarentão.
O piroca no cusinho de Dassine , se chama Rafer. Ele é vice-dono da presidente de um poderoso grupo empresarial e estava tirando um descanso em seu iate pelo mar Mediterrâneo. A aproximação entre Rafer e Dassine se deu porque a mãe de seu noivo Robledo, era amante de Rafer e cujo marido era diretor de uma das filiais do citado grupo empresarial.
Rafer não consegue se conter e a abraça apaixonadamente colando seus lábios nos dela.
Sua língua penetra-lhe na boca enquanto sua tora se encaixa entre as coxas dela. Dassine emite sons abafados enquanto duela com a língua dele. A sensação do pau entre suas coxas é estranhamente prazerosa. Ao mesmo tempo que ela aperta a piroca sua xaninha sente a pressão devido aos movimentos das coxas esfregando-se entre si.
De repente o desejo de chupar a rolona de Rafer se torna urgente. Dassine não tem o menor pudor em desfazer o beijo e imediatamente afastar-se do abraço. Ajoelhando, abocanha toda a glande já úmida. Ela se realiza ao escutar o sibilar do ar passando por entre os dentes de Rafer que ri sardonicamente como um fauno diabólico. Isto significa que o prazer que ela está tendo em saborear a textura aveludada da rola, faz Rafer vibrar do mesmo prazer.z.jpg)
Ele sente o desejo incontrolável de sentir o gosto vaginal daquela ninfeta exuberante que não pára de lhe sugar o cacete nem mesmo quando ele se posiciona com a cabeça entre as coxas dela.
Dassine não consegue lhe chupar o páu como antes. O tilintar da língua dele por toda extensão de sua rachinha, com chupadas intercaladas, a faz revirar os olhos e deixar que a torona lhe escape da boca, deixando um rastro luminoso e melado pelos lábios e a bochecha.
- Aaaaaaaaah! Mais, maaaaaaiis! Mais dentro, mais dentro! Huuuuuuuumm! Assim, assim! Aaaaassiiiiimmmm! Mete! Mete! Mete, seu safado, mete! Que... que eu... estou...estou...gozan... gozaaaaando! Aaaaaaaah...gozaaaaando...gozando...
Quando Robledo entra no salão do convés principal se assusta com o que ouve e sobe correndo as escadas, já imaginando que sua noiva está ferida ou sendo atacada.
De repente os sons param antes de Rob chegar a porta da suíte de Rafer.
Quando ele entra, sua noivinha está com a cabeça virada de lado encarando-o com ar de encantamento, mas triste por ter sido flagrada nuazinha, sentada no colo de Rafer
. Este leva alguns segundos até perceber a presença de Rob no cômodo.
- Rob... Rob me perdoa... me perdoa...
Dassine diz estas palavras abandonando-se aos últimos espasmos de prazer, com a rola de Rafer palpitando inteira em seu cusinho.
Robledo sem dizer nada, sai apressadamente do recinto.
Dassine, vestida num roupão, vai encontrá-lo arrumando suas coisas. Antes que ela entre na cabine, Robledo faz o gesto para que ela pare onde está. Simultaneamente, Rafer aparece por trás dela, ainda nu.
- Non ouses entrar e non digas nada! Deixe libre mi passage, puntana!
- Me perdoa, me perdoa! Eu fui seduzida por este canalha!
E Dassine chorando histericamente apenas levanta uma mão apontando pra Rafer.
- Eu te amo Rob! Te amo profundamente! Estou arrependida. Prometo que nunca mais olharei outro na vida! Farei tudo o que você quiser! Tudo, tudo!
- Non te creio! Tu és uma rampeira de la pior espécie! Uma puta que nem serve para los perros! Tu nació vagabunda!
- Oh, não! Não me trata assim! Eu sei que mereço! Mas me perdoa. Deixa eu voltar contigo!
- Oh, si, si! Como voltar comigo! Non puedes ir a terra. Recuerdas?
- Então voltamos juntos no iate e eu não saio mais do camarote.
- Pois bien. Io quiero que vá ao chuveiro e que te banhes solamente com água caliente hasta tuio corpo quedar-se limpio, purificado! Permaneça lá até eu te mandar sair! E não será menos de media hora! Mas antes, venga rastejando para mi botinas e las beije hasta io mandar-te parar! E tu, cabron! Mi pagas com dos monedas qualquier, que esta puta non vale mais que isso!
Sem tirar os belos azuis marejados do zangado rosto do noivo, Dassine lentamente leva as mãos a cada aba do roupão e o abre, para deixá-lo cair a seus pés logo em seguida. Seu corpo marcado de chupões pela paixão do amante se exibe em todo esplendor.
Rob não pode deixar de mostrar sua inquietude ao engolir um seco.
As mãos de Rafer pousam em seus quadris ao mesmo tempo em que ela joga os braços por cima da cabeça indo parar por trás do pescoço do amante. Uma de suas coxas se flexiona num ato de pudor. A cabeça de Rafer se abaixa para beijar-lhe a curva do pescoço. Dassine inclina sua cabeça e fecha os olhos com expressão de prazer.z.jpg)
Robledo torna-se tão vermelho de raiva que vai ficando roxo. Paralisado, ele nota que sua noiva não lhe olha mais, ignorando-o completamente. A noiva lhe dá as costa e abraça seu novo macho.
Neste instante, Rafer se inclina ainda mais e passa um dos braços por baixo das coxas da noiva de Rob e a levanta como se fosse uma noiva nupcial.
Dassine emite um gritinho coquete dando risadinhas, passando os braços em volta do taurino pescoço de seu amante, enquanto ele a carrega para sua suíte.
- Sabia que meu passaporte está aqui, comigo?
Estas foram as últimas palavras de Dassine que Robledo ouviu, já fora de sua visão.
Mais algumas horas e o iate de Rafer estará chegando em Mônaco. Ele está com seis convidados a bordo, além de dois membros da tripulação. Três dos convidados estão dormindo depois de uma noite de orgia, na qual participou apenas uma mulher, Lidia.
Ela e Rafer já são amantes há tempos. Atualmente ela é casada com um espanhol, gerente de uma das filiais da empresas que Rafer é vice-presidente.
O marido de Lidia é pacato e sabedor da infidelidade de sua esposa com seu patrão.
O filho de Lidia, Robledo, também está a bordo junto com sua futura esposa, Dassine.
O ponto de interesse aqui é Dassine. Saindo da adolescência, já uma belíssima mulher com corpo estonteantemente curvilíneo, ela transmite sexualidade por todos seus poros. Seus cabelos castanhos cor de mel, ora são ondulados, ora são lisos. Seus olhos de um azul celestial aprimoram mais ainda sua exuberante beleza juvenil.
No momento eles estão marejados de lágrimas enquanto ela está encostada na porta do camarote, fitando seu noivo que dorme a sono solto.
Cerca de uma hora atrás ela descobrira que a mãe de seu noivo, Lidia, era a única mulher que satisfazia sexualmente os quatro homens em todos os sentidos numa orgia que tinha acontecido num dos recintos da embarcação.
E, alguns minutos antes, ela se deparou com Rafer inteiramente nu vindo da orgia.
A coisa toda se resumia no conflito mental que Dassine experimentava agora. A fidelidade para com o noivo e a ostensiva e libidinosa presença de Rafer nu a sua frente.
Ele a obrigou a tocar-lhe a rígida piroca enquanto lhe dizia coisas que feriam sua dignidade, mas que deixavam os pelos de sua nuca eriçados de um estranho prazer.
Rafer lhe disse que a queria do mesmo modo que a mãe de seu noivo. Se ela não concordasse, ele denunciaria aos jornais do país inteiro que seu avô, velho pilantra da politicagem brasileira, tinha conseguido um salário altíssimo para ela, como funcionária pública.
Dassine se surpreendia com as colocações verdadeiras que Rafer lhe expunha sobre moralidade de receber este salário e a dignidade de dar o cusinho discretamente pra ele.
Por um momento ela ia recusar a se submeter a chantagem dele.
Mas, o físico e o cheiro que emanava do corpo dele,depois de horas de orgia, deixavam a mente de Dassine a mercê da luxuria que Rafer a estava envolvendo.
Agora, ali em frente ao futuro marido que dormia, Dassine tenta se convencer que ela não tem saída, além de se submeter às taras daquele homem poderoso. De repente ela percebe que a mão que lhe cobre a boca, enquanto soluça, é a mesma que segurou a grossura da rola dele quando foi obrigada a fazê-lo.
Imediatamente ela afasta a mão da boca e fica a encará-la por alguns segundos. Depois, não sabe porque, a traz de volta para perto do nariz e aspira profundamente, na esperança de encontrar o cheiro que a deixa tonta de tesão.
Parece loucura, mas aquilo faz com que Dassi perca o controle de seu recato. Ela consegue sentir o cheiro da piroca de Rafer em sua mãozinha.
Numa atitude impensada, Dassine se deita ao contrário do corpo do noivo e consegue tirar o penis semi-endurecido de dentro da cueca. E ali, pela primeira vez na vida, Dassine tem a glande de seu noivo dentro da boca, enquanto aspira a palma da mão com o cheiro da piroca de outro homem
.
A outra mão de Dassine está dedilhando sua xaninha pela segunda vez naquela noite. E pela segunda vez ela goza e seu grito é abafado pela glande em sua boca. Ela está aturdida com o ato que acabou de realizar. Sente que faltou alguma coisa. Alguma coisa mais do que a rigidez do penis de seu noivo que não acordou nem gozou.
Apesar de ter gozado com a siririca enquanto chupava o penis, Dassi sente um vazio que não sabe descrever, embora tenha descoberto que este seu gozo foi totalmente diferente das outras vezes que se masturbava.
Lágrimas brotam de seus olhos ao perceber que ela praticara um ato que abominava desde da primeira vez que ouvira falar de sexo oral. Dassine considerava aquilo deprimente e indigno para uma mulher. No entanto ela o fizera espontaneamente e gostara.
Ela enxuga as lágrimas e resolve sair para tomar ar fresco. O que ela própria não sabe é que tudo que ela presenciou e sentiu, lhe deixou altamente excitada. Dassiane, com sua formosura de dezessete aninhos está exalando eferomas por todos os poros. Numa analise por baixo, Dassine está no cio.
Do passadiço Rafer vê Dassine parada na popa com os cabelos dançando ao vento.
Parece que o cheiro dela lhe chega às narinas, como já não bastasse seu desejo pelo belo corpo da futura esposinha adúltera. Ele sabe que Dassi está pronta pra ser gentilmente depravada.
Ele abre a porta que dá para o convés e a chama. Como uma cadelinha obediente, Dassi o segue. Quando chega em frente a suíte dele, Rafer abre a porta e a convida a entrar. Quando passa por ele, Dassi deixa seu perfume de fêmea como rastro para segui-la.
Ele a abraça por trás. Dassi sente a robustez da rola dele encaixar-se no rego de sua bunda. Apenas o fino tecido da roupa evita o contato físico direto. Rafer, destramente começa a despi-la e os volumosos seios tremem com o contato dos dedos dele. Ele a vira para si e quando vai beijá-la, Dassi o evita.
-Não. Não me beije, por favor. Esta é a única coisa que só meu futuro marido pode fazer. E você sabe porque estou aqui. Estou sendo chantageada e não sinto nenhum prazer nisso.
- Sei, sei, gostosinha! Mas vou te fazer suspirar de prazer quando minha boca colar em tua xaninha e minha língua serpentear no teu grelinho! Vem cá, queridinha, vem! Deixa o titio aqui fazer você gozar. Quem sabe você mude de idéia e tenha algum prazer nisso!
Rafer nem precisava pela confirmação dela. Dassi está totalmente abandonada nos braços dele, com a cabeça jogada para trás e com a respiração descompassada. Sua cabeça vai de um lado pro outro com os olhos virados e a boquinha semi-aberta.
Quase sem roupa, Rafer a deita na cama e lhe abre as coxas. Por um momento Dassi se envergonha por ser exposta desta maneira.
O perfume da xaninha de Dassine inebria Rafer quando seu nariz se encaixa nos grandes lábios da bocetinha, tendo o clitóris como contraponto ao osso nasal. Dassi sente uma sensação estranha quando a ponta da língua de Rafer se enrosca em sua abertura anal.
Dassine leva as duas mãos a cabeça de Rafer lhe dando ritmo para chupá-la. Ela agora está inteiramente desinibida e seus soluços de prazer estão cada vez mais altos. Mas algo está faltando que, nem toda experiência oral de Rafer, consegue fazer com que ela atinja o orgasmo.
Ele a faz vira-se de bruços e extasiado, admira a perfeição da volumosa bunda da noivinha. Mais choques de prazer Dassine sente quando Rafer começa a lhe dar mordidinhas em volta das nádegas. Ele faz isso por alguns minutos a deixando enlouquecida. Dassine pensa que não pode existir sensação mais gostosa.
Ela se engana quando Rafer gentilmente lhe separa as polpas da bunda e deixa sua saliva pingar bem no meio do cusinho dela. Quando ele encosta os lábios ao redor do buraquinho, Dassi estremece sem parar, sentindo algo que nunca havia acontecido com ela, mas que agora, aquele pervertido a estava fazendo experimentar.
- Dassi, meu bem, relaxa. Deixe o corpo solto. Pense apenas em gozar com minha boca.
- Eu... eu não consigo! Simplesmente não consigo! É tudo estranho... é tudo novo pra mim!
Rafer sabe que apesar do orgasmo dela estar próximo, pode acontecer de Dassine ter uma crise histérica. Então ele aplica o único remédio. Palmadas.
Dassi levanta a cabeça do colchão com o susto da primeira palmada em suas nádegas. A ardência que as seguintes deixam nos glúteos avermelhados a fazem relaxar completamente, lhe deixando já em outro estágio de prazer.
Quando Rafer finalmente pára o espancamento e consegue enfiar a ponta da língua em seu cusinho,
Dassi já está completamente inebriada de prazer e começa a soluçar descontroladamente quando o orgasmo lhe atinge por inteiro.
Ao voltar a si, Dassi nota que Rafer não está na cama. Ele está olhando o horizonte da varanda de sua suíte. Já está quase amanhecendo e ela sabe que tem de voltar pro camarote antes que seu noivo acorde. Rafer se vira ao notar que Dassi procura por suas roupas. Ela por sua vez finge não vê-lo, mas o belo caralho parece que reluz aos últimos lampejos do luar.
Dassine não sabe o que está acontecendo com ela. Sua mente resiste mas seu corpo lhe comanda que vá até a varanda. Rafer se surpreende ao vê-la aproximar-se de cabeça baixa e parar a sua frente. Parecendo hipnotizada, Dassine leva as duas mãos pra frente até tocar o imenso caralho. Não se contentando, ela o segura como se fosse uma grossa mangueira.
-Assim... assim, queridinha! Pode acariciá-lo a vontade. Não tenha medo... nem vergonha! Ele está gostando! Aliás... ele vai amar se você der um beijo nele!
As palavras de Rafer parece que a encorajam e ela levanta os olhos para encará-lo como se pedisse que ele continuasse o incentivo. Dassine ainda acha moralmente repulsivo, mesmo tendo adorado quando boqueteou o noivo. O cínico sorriso e o olhar imperativo daquele estranho desmorona qualquer vestígio moral que ela ainda se refugia para não cair de boca na rolona dele.
- Vamos...vamos, Dassinha querida! Nós sabemos que você quer dar uma chupada no meu pirocão! Vá fundo, sem medo! Me faz gozar... me faz gozar com tua boquinha!
Sem largar o grosso cilindro muscular, Dassi vai se agachando e antes de ficar totalmente de cócoras já está com toda bolota dentro da boca.
Pacientemente Rafer lhe instrui como mamar a sua jeba e em minutos a boca e a língua de Dassi está fazendo tudo direitinho.
Algo lampeja na mente da bela noivinha. Agora ela sabe o que estava faltando quando chupou seu noivo e o que ela está encontrando aqui. Estava faltando o gozo do macho em sua boca. Ela não tem noção como isso possa ser, mas anseia com toda sinceridade de seu coração.
Dassi sente sua xaninha pingar quando seus dedos chegam lá. À primeira enxurrada que Rafer lhe lança na boca quase a engasga, mas ela consegue se controlar e sentir o sabor acre de um macho. Só então ela deixa a rola escapar de seus lábios, pois ela própria explode em gozo e vê extasiada Rafer se masturbando, dando tiros de espermas em seus seios..jpg)
Para finalizar, Rafer repete todo ritual com a língua no cusinho da infiel noivinha. E após um pequeno desconforto inicial onde algumas lágrimas apareceram devido ao esforço de acomodar toda a cabeçona da piroca no cusinho, Dassine agora tem um leve sorriso nos lábios e a expressão em êxtase, com o deslizar do penis daquele estranho em seu anus.
Os primeiros raios da manhã vem brindar o defloramento e o primeiro orgasmo anal que Dassine está tendo, sem se incomodar que está ao ar livre na varanda de um iate.
No dia seguinte desta primeira trepada, Talita junto com sua equipe estavam num Studio de televisão e num dos intervalos da gravação, ela conseguiu levar Léo pra um dos camarins e enquanto o beijava, buscava por sua rola, tentando baixar o zíper da calça.